🖋️ Quando a vida não cabe
“Caderno Proibido” e “Homem Comum” exploram a dor silenciosa de quem só consegue entender a própria história quando já parece tarde demais.
Uma mulher escreve
às escondidas para
não desaparecer
dentro da própria vida.
Quando a biografia é feita de ausências, o que resta é escavar as falhas.
🖋️ Quando filhos e pais não se ouvem
“Pais e Filhos” e “Os Anos de Formação” encaram as falhas da transmissão entre gerações. Ambos discutem a formação: intelectual, afetiva, política – e a falha inevitável da transmissão.
Um clássico sobre ruptura geracional, orgulho e incompreensão.
Uma escrita que busca organizar um eu por meio da montagem de passagens vividas, textos lidos e fragmentos de pensamento.
“Linha M” e “Aos 7 e aos 40” são profundamente nostálgicos, mas não de um jeito idealizado. A nostalgia aqui é matéria bruta: feita de silêncio, perda e permanência.
Dois livros breves, delicados, e atravessados por aquilo que o tempo não conseguiu apagar.
O passado retorna como eco e revela o que nunca foi embora.
Fragmentos de amor, perda e criação costurados pela linguagem da ausência.